CANAL
O rio granjeiro
Não é mais o mesmo,
Mudou de cor
Está escuro
Está vermelho.
A cidade
Sangra
E ninguém
Quer ver.
Viram o rosto
Tapam o nariz
Ignoram
O que fizeram.
10/05/2008
Phelipe Bezerra Braga
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Um Céu
UM CÉU
Ficamos juntos
Por quatro noites
E um dia.
Abençoados pela lua
Vigiados pelas estrelas,
Acolhidos pelo vento
Aquecidos pelos beijos.
Quatro luas e um sol,
Milhares de estrelas
E beijos,
Que não me deixam.
Não estou triste
Não tesou feliz,
Estou poeta.
28/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Ficamos juntos
Por quatro noites
E um dia.
Abençoados pela lua
Vigiados pelas estrelas,
Acolhidos pelo vento
Aquecidos pelos beijos.
Quatro luas e um sol,
Milhares de estrelas
E beijos,
Que não me deixam.
Não estou triste
Não tesou feliz,
Estou poeta.
28/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Ela
ELA
Ela é uma menina
Decidida
E mergulhada me dúvidas
E pequenas aflições.
Ela é tão simples
Que se torna bela.
E vem com um sorriso
Infantil.
Ela é uma menina
Que arranca sorrisos
E suspiros.
Ela é tão simples
Que é impossível
Não amá-la.
24/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
*Este foi dedicado a minha irmã Daniella.
Ela é uma menina
Decidida
E mergulhada me dúvidas
E pequenas aflições.
Ela é tão simples
Que se torna bela.
E vem com um sorriso
Infantil.
Ela é uma menina
Que arranca sorrisos
E suspiros.
Ela é tão simples
Que é impossível
Não amá-la.
24/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
*Este foi dedicado a minha irmã Daniella.
Dia à Dia
DIA A DIA
Todos os dias
Escrevo um poema,
Em um ano
Estarei com um livro.
Quantas noites
Vaguei pela rua
Andei por bares
E cafés.
Perdi-me
Em centenas de beijos
Iluminados pela lua.
E sempre
Acabo sozinho
Com um lápis na mão.
Todos os dias,
Penso como seria
Se estivéssemos juntos.
23/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Todos os dias
Escrevo um poema,
Em um ano
Estarei com um livro.
Quantas noites
Vaguei pela rua
Andei por bares
E cafés.
Perdi-me
Em centenas de beijos
Iluminados pela lua.
E sempre
Acabo sozinho
Com um lápis na mão.
Todos os dias,
Penso como seria
Se estivéssemos juntos.
23/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Máscara
MÁSCARA
Escondo-me
Atrás de uma máscara,
Protejo-me do mundo
Mostrando-me perfeito.
Enfrento os problemas alheios
Para não encarar os meus,
No fundo choro pelo mundo
Para não chorar por mim.
Enquanto caminho
Vejo a grandiosidade do mundo
E minha pequenez.
Enquanto durmo
Vejo a realidade do mundo
E sonho com algo diferente.
23/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Escondo-me
Atrás de uma máscara,
Protejo-me do mundo
Mostrando-me perfeito.
Enfrento os problemas alheios
Para não encarar os meus,
No fundo choro pelo mundo
Para não chorar por mim.
Enquanto caminho
Vejo a grandiosidade do mundo
E minha pequenez.
Enquanto durmo
Vejo a realidade do mundo
E sonho com algo diferente.
23/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Soneto do Amor
SONETO DO AMOR
Quero sofrer
Essa dor do amor.
Mas não me pergunte
O porquê.
Vou me entregar
Aos poucos ao amor
Sentir cada momento
Cada sentimento.
Tudo tão abstrato
E ao mesmo tempo
Tão essencialmente real.
O amor
Faz sangrar lágrimas
Que alimentam meu sorriso.
22/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Quero sofrer
Essa dor do amor.
Mas não me pergunte
O porquê.
Vou me entregar
Aos poucos ao amor
Sentir cada momento
Cada sentimento.
Tudo tão abstrato
E ao mesmo tempo
Tão essencialmente real.
O amor
Faz sangrar lágrimas
Que alimentam meu sorriso.
22/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Relatividade
RELATIVIDADE
Tudo é relativo,
Corpos diferentes se atraem?
Dois triângulos,
Podem formar um circulo?
E o tempo que voa
Quando estou contigo,
Se arrastando
Quando estou só.
E como
Algo tão pequeno e simples
Torna-se tão envolvente e complexo.
Tento calcular
As batidas do meu coração
Mas teus olhos me distraem.
E por que
Só temos 23 letras?
21/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Tudo é relativo,
Corpos diferentes se atraem?
Dois triângulos,
Podem formar um circulo?
E o tempo que voa
Quando estou contigo,
Se arrastando
Quando estou só.
E como
Algo tão pequeno e simples
Torna-se tão envolvente e complexo.
Tento calcular
As batidas do meu coração
Mas teus olhos me distraem.
E por que
Só temos 23 letras?
21/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Algo Racional
ALGO RACIONAL
No fundo,
Os racionais têm razão,
O sentimento
Deve ser deixado de lado.
A beleza do sorriso
Estraga tudo.
O sonho
Apenas nos engana.
Aquela vontade de gritar
O nome de alguém
De abraçá-la
De sentir seu perfume.
É perca de tempo,
Não vale a pena
Se entregar a felicidade
E correr riscos.
Não vale a pena
Sentir o beijo
Da pessoa amada
Que é passageiro.
Não vale a pena
Correr na chuva
Feito criança
Só para se molhar.
Os racionais
Estão certos
Não vale a pena amar.
Se sentir amado.
20/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
No fundo,
Os racionais têm razão,
O sentimento
Deve ser deixado de lado.
A beleza do sorriso
Estraga tudo.
O sonho
Apenas nos engana.
Aquela vontade de gritar
O nome de alguém
De abraçá-la
De sentir seu perfume.
É perca de tempo,
Não vale a pena
Se entregar a felicidade
E correr riscos.
Não vale a pena
Sentir o beijo
Da pessoa amada
Que é passageiro.
Não vale a pena
Correr na chuva
Feito criança
Só para se molhar.
Os racionais
Estão certos
Não vale a pena amar.
Se sentir amado.
20/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Queria Verbo
QUERIA VERBO
Queria te ver
Sob o brilho das estrelas
Ao som de um violão.
Queria voar
Para teus braços
Sentir-te em minha boca.
Queria ser o vento
Que espalha teu perfume,
Queria esta perto.
Queria me ver
Em teus olhos,
E te fazer sorrir.
15/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Queria te ver
Sob o brilho das estrelas
Ao som de um violão.
Queria voar
Para teus braços
Sentir-te em minha boca.
Queria ser o vento
Que espalha teu perfume,
Queria esta perto.
Queria me ver
Em teus olhos,
E te fazer sorrir.
15/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
Quixadá
QUIXÁDA
O sonho acabou,
Acordo-me na madrugada.
Olho a cidade pela janela
Que dorme no silêncio.
O sol nasce ais poucos
A névoa vai sumindo.
Meu corpo quente
Sente o frio do amanhecer.
Lembro da tua pele quente
Do som de tua voz
De teus olhos.
17/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
O sonho acabou,
Acordo-me na madrugada.
Olho a cidade pela janela
Que dorme no silêncio.
O sol nasce ais poucos
A névoa vai sumindo.
Meu corpo quente
Sente o frio do amanhecer.
Lembro da tua pele quente
Do som de tua voz
De teus olhos.
17/04/2008
Phelipe Bezerra Braga
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