AO AMANHECER
Acordo e logo penso em ti,
Em teus lábios
Em teu sorriso.
Egoísta
Quero-te por inteira
Em minhas horas vazias.
Por que não me respondes
E vem caminhar comigo
Sob o céu estrelado.
Ao amanhecer
Espero-te
Com meu sorriso.
Phelipe Bezerra Braga
sexta-feira, 17 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Por do sol
POR DO SOL
O por do sol
Sangra o céu.
Entrego-me aos poucos
A beleza do luar.
Caminho poeta,
O sol deixa o céu
Educadamente
Para as estrelas.
O corpo
Ainda aquecido
Com o calor do sol.
Enfrento solitário
O frio noturno.
Phelipe Bezerra Braga
O por do sol
Sangra o céu.
Entrego-me aos poucos
A beleza do luar.
Caminho poeta,
O sol deixa o céu
Educadamente
Para as estrelas.
O corpo
Ainda aquecido
Com o calor do sol.
Enfrento solitário
O frio noturno.
Phelipe Bezerra Braga
Entrego-me
ENTREGO-ME
Entreguei-me cem vezes ao amor,
Cem vezes sofri por amor
E cem vezes me entregarei
Se preciso for.
Não sonho mais com o futuro,
Sonho com o agora
Sonho acordado
Definitivamente sou um sonhador.
Não durmo bem à noite
Tenho pesadelos,
Acordo com lágrimas nos olhos,
Enxugo-as de manhã e vou à luta.
Phelipe Bezerra Braga
Entreguei-me cem vezes ao amor,
Cem vezes sofri por amor
E cem vezes me entregarei
Se preciso for.
Não sonho mais com o futuro,
Sonho com o agora
Sonho acordado
Definitivamente sou um sonhador.
Não durmo bem à noite
Tenho pesadelos,
Acordo com lágrimas nos olhos,
Enxugo-as de manhã e vou à luta.
Phelipe Bezerra Braga
Silêncio
SILÊNCIO
Esse teu silêncio
Tua ausência
Entristece-me.
Tudo que falei
Tudo que escrevi,
Em nada te representou.
Não fui odiado,
Muito menos amado,
Fui esquecido.
Fui esquecendo
Quem sou
Quem amei.
Se um dia
Tratei-te mal,
Chorei sozinho
Em silencio.
Phelipe Bezerra Braga
Esse teu silêncio
Tua ausência
Entristece-me.
Tudo que falei
Tudo que escrevi,
Em nada te representou.
Não fui odiado,
Muito menos amado,
Fui esquecido.
Fui esquecendo
Quem sou
Quem amei.
Se um dia
Tratei-te mal,
Chorei sozinho
Em silencio.
Phelipe Bezerra Braga
Minha vida
MINHA VIDA
Se alguém me procurar,
Irá me achar com um sorriso.
Mas eu mesmo
Não consigo me encontrar.
Quando me olho no espelho
Não me vejo no reflexo.
O tempo passa
Venho me perdendo aos poucos.
As rosas que planto
Sempre me espinham,
O vermelho das pétalas
Se confundem com meu sangue.
Em minhas caminhadas
Perco-me no vento frio.
A lua que sempre me acompanha
Foge dos meus olhos.
O meu eterno romantismo
Evapora-se
Como meus inúmeros
Amores perdidos.
Minha vida não...
Que vida?
Phelipe Bezerra Braga
Se alguém me procurar,
Irá me achar com um sorriso.
Mas eu mesmo
Não consigo me encontrar.
Quando me olho no espelho
Não me vejo no reflexo.
O tempo passa
Venho me perdendo aos poucos.
As rosas que planto
Sempre me espinham,
O vermelho das pétalas
Se confundem com meu sangue.
Em minhas caminhadas
Perco-me no vento frio.
A lua que sempre me acompanha
Foge dos meus olhos.
O meu eterno romantismo
Evapora-se
Como meus inúmeros
Amores perdidos.
Minha vida não...
Que vida?
Phelipe Bezerra Braga
quarta-feira, 11 de março de 2009
Tarde Triste
TARDE TRISTE
Somos eternamente tristes,
Vivemos momentos felizes,
Estamos entre poucos sorrisos
E milhares de lágrimas noturnas.
Entristecemos pessoas
Para ficarmos felizes.
Matamos irmãos
Para sobrevivermos.
E sozinho
Tendemos continuar
Com nossa individualidade.
Phelipe Bezerra Braga
Somos eternamente tristes,
Vivemos momentos felizes,
Estamos entre poucos sorrisos
E milhares de lágrimas noturnas.
Entristecemos pessoas
Para ficarmos felizes.
Matamos irmãos
Para sobrevivermos.
E sozinho
Tendemos continuar
Com nossa individualidade.
Phelipe Bezerra Braga
Dor
DOR
Estou sozinho
Com saudade
Do que nunca tive.
Nunca carreguei
Tanta dor em meus ombros.
Nunca senti
Tanta tristeza
Em meu sorriso.
Não consigo dormi
Sem pensar na solidão.
As lágrimas silenciosas
Não doem tanto
Como escreves um poema triste.
Phelipe Bezerra Braga
Estou sozinho
Com saudade
Do que nunca tive.
Nunca carreguei
Tanta dor em meus ombros.
Nunca senti
Tanta tristeza
Em meu sorriso.
Não consigo dormi
Sem pensar na solidão.
As lágrimas silenciosas
Não doem tanto
Como escreves um poema triste.
Phelipe Bezerra Braga
Dias
DIAS
Todos os dias
Ocupo-me em amar
As diversas pessoas do mundo.
Tirar a dor
E levar alegria.
Tirar as lágrimas dos olhos
E levá-los o brilho.
Dedico-me a buscar
A felicidade alheia.
Todas as noites
Penso no que teria feito,
Quantas pessoas
Poderia ajudar.
Phelipe Bezerra Braga
Todos os dias
Ocupo-me em amar
As diversas pessoas do mundo.
Tirar a dor
E levar alegria.
Tirar as lágrimas dos olhos
E levá-los o brilho.
Dedico-me a buscar
A felicidade alheia.
Todas as noites
Penso no que teria feito,
Quantas pessoas
Poderia ajudar.
Phelipe Bezerra Braga
Tortura
TORTURA
Porque me mutila
Dando-me carinho,
Trazendo teu perfume suave
Tua pele delicada.
Tuas palavras
Discordam de teus gestos,
Nega meus beijos
E me dá carinho.
Teus olhos castanhos
Buscam os meus,
Os meus sorrisos
Também são teus.
Meus pensamentos
Meus poemas
A ti pertencem.
Phelipe Bezerra Braga
Porque me mutila
Dando-me carinho,
Trazendo teu perfume suave
Tua pele delicada.
Tuas palavras
Discordam de teus gestos,
Nega meus beijos
E me dá carinho.
Teus olhos castanhos
Buscam os meus,
Os meus sorrisos
Também são teus.
Meus pensamentos
Meus poemas
A ti pertencem.
Phelipe Bezerra Braga
Inverno
INVERNO
As flores começam a brotar,
As borboletas invadem nossos olhares,
O verde ganha perfume.
As nuvens negras
Rugem o céu.
O vento
Dança com as árvores.
As crianças
Correm na chuva,
Os adultos correm
Da chuva.
Os pássaros cantam
E colorem o céu.
Phelipe Bezerra Braga
As flores começam a brotar,
As borboletas invadem nossos olhares,
O verde ganha perfume.
As nuvens negras
Rugem o céu.
O vento
Dança com as árvores.
As crianças
Correm na chuva,
Os adultos correm
Da chuva.
Os pássaros cantam
E colorem o céu.
Phelipe Bezerra Braga
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