Encontrei uma flor perdida
Com um perfume tão suave
Que me encantou.
Me fez querer
Ficar ao seu lado.
Me senti apaixonado
Mesmo sem tocá-la
E sem ouvi-la.
Mas no fundo somos iguais.
Dois anjos caídos
Que se encontraram.
terça-feira, 23 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Alma Abandonada
Apesar da enorme
Distância que no separa.
Sinto-me perto
O suficiente para sentir
O perfume de tua pele.
E minha alma
Por vezes abandonada
Ao relento noturno.
Volta a se encontrar
Ao sentir teu corpo
Junto ao meu.
Phelipe Bezerra Braga
(Bianca)
Distância que no separa.
Sinto-me perto
O suficiente para sentir
O perfume de tua pele.
E minha alma
Por vezes abandonada
Ao relento noturno.
Volta a se encontrar
Ao sentir teu corpo
Junto ao meu.
Phelipe Bezerra Braga
(Bianca)
Alguns Degraus
Ao vê-la ao longe.
Quando nos aproximamos
Meu ritmo cardíaco
Acelera a cada passo.
Mau fluxo sanguíneo
Aumenta ao sentir
Tua pele junto a minha.
E a nossa relação
Não passou disso.
Mesmo assim
A lembrança de teu
Sorriso me acompanha.
Volta e meia
Sinto a delicadeza de teu perfume.
E a ausência
De tê-la em meus braços.
Phelipe Bezerra Braga
Quando nos aproximamos
Meu ritmo cardíaco
Acelera a cada passo.
Mau fluxo sanguíneo
Aumenta ao sentir
Tua pele junto a minha.
E a nossa relação
Não passou disso.
Mesmo assim
A lembrança de teu
Sorriso me acompanha.
Volta e meia
Sinto a delicadeza de teu perfume.
E a ausência
De tê-la em meus braços.
Phelipe Bezerra Braga
Acreditar na Desconfiança
É mais fácil desconfiar de tudo
E acreditar que todos mentem.
Assim nunca vamos
Surpreendermos-nos.
E criar expectativas alheias.
Acreditar que tudo é verdade
É no mínimo enganar-se
E minimamente sonharemos.
Phelipe Bezerra Braga
E acreditar que todos mentem.
Assim nunca vamos
Surpreendermos-nos.
E criar expectativas alheias.
Acreditar que tudo é verdade
É no mínimo enganar-se
E minimamente sonharemos.
Phelipe Bezerra Braga
A Espera
O medo
Pára-me no tempo
Aguardo uma resposta.
Não quero perde-la
Não quero perder
O que sinto ao teu lado.
E temo que
O vento pare
Logo após
A brisa aparecer.
Phelipe Bezerra Braga
Pára-me no tempo
Aguardo uma resposta.
Não quero perde-la
Não quero perder
O que sinto ao teu lado.
E temo que
O vento pare
Logo após
A brisa aparecer.
Phelipe Bezerra Braga
sexta-feira, 12 de março de 2010
A Baco
Sinto mãos em meu corpo
que não conheço.
Tantas bocas
para poucos beijos.
Nus,
os corpos derretidos
se misturavam.
Carícias rudes
tapas suaves.
O cheiro de alccol
ganhava cor.
Nossos olhos
se perdiam
me meio há tantos
movimentos.
Uma noite
que durou todo o dia.
12 de Março de 2010
Phelipe B. Braga
que não conheço.
Tantas bocas
para poucos beijos.
Nus,
os corpos derretidos
se misturavam.
Carícias rudes
tapas suaves.
O cheiro de alccol
ganhava cor.
Nossos olhos
se perdiam
me meio há tantos
movimentos.
Uma noite
que durou todo o dia.
12 de Março de 2010
Phelipe B. Braga
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Olhares
E nossos olhos se perseguiam
E se completavam mesmo que
Fosse apenas por alguns segundos.
Tuas mãos acariciavam as minhas
E me levavam cada vez mais
Para perto de ti.
E fico a sonhar com o encontro
De nossos olhos.
Phelipe Bezerra Braga
E se completavam mesmo que
Fosse apenas por alguns segundos.
Tuas mãos acariciavam as minhas
E me levavam cada vez mais
Para perto de ti.
E fico a sonhar com o encontro
De nossos olhos.
Phelipe Bezerra Braga
Nada Aconteceu
A resposta veio antes mesmo da pergunta.
Rasgou meu corpo, levou meu sorriso.
As estrelas ao longe me acompanhavam
Por toda a noite.
E você continuava a me sorrir.
Como se nada estivesse acontecendo.
Phelipe Bezerra Braga
Rasgou meu corpo, levou meu sorriso.
As estrelas ao longe me acompanhavam
Por toda a noite.
E você continuava a me sorrir.
Como se nada estivesse acontecendo.
Phelipe Bezerra Braga
Estamos sós
Na mesa de um bar
Os sorrisos superficiais
Antecedem o silêncio.
As pessoas tentam se encontrar
E fogem uma das outras.
Restando-nos a penumbra e a chama
Solitária de uma vela.
Que morre aos poucos tentando iluminar
Os olhos desconhecidos que se perdem no infinito.
Phelipe Bezerra Braga
Os sorrisos superficiais
Antecedem o silêncio.
As pessoas tentam se encontrar
E fogem uma das outras.
Restando-nos a penumbra e a chama
Solitária de uma vela.
Que morre aos poucos tentando iluminar
Os olhos desconhecidos que se perdem no infinito.
Phelipe Bezerra Braga
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
4ª Feira de Cinzas
Não sinto saudade
O que sinto é desejo
De colocar teus lábios
Junto aos meus novamente.
E novamente repetir o nosso
Primeiro beijo,
E o segundo
E os outros que estão por vim.
Enquanto minhas mãos
Derramam toda minha
Delicadeza sobre teu corpo.
E toda a minha
Agressividade em
Meus suspiros.
O que sinto é desejo
De colocar teus lábios
Junto aos meus novamente.
E novamente repetir o nosso
Primeiro beijo,
E o segundo
E os outros que estão por vim.
Enquanto minhas mãos
Derramam toda minha
Delicadeza sobre teu corpo.
E toda a minha
Agressividade em
Meus suspiros.
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