A mocinha morena
Saía de saia
Pra dançar no luar.
Mas nem todo tocador
Cantava todo o amor
Que ela merecia.
O vento espalha
O perfume suado
De flores do sertão.
E o céu chora sereno
Quando ela se vai
No amanhecer.
Para Bianca,
mocinha do Sertão da Paraíba.
12/05/2009
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Temporal
Queria pensar apenas no ontem,
E hoje seria perfeito
Ao se repetir no amanhã.
E todas essas horas
Sempre divididas
Sempre preenchidas
Por minutos vazios.
E meio que sozinhos
Andamos sempre acompanhados
Por um suspiro qualquer.
09/06/2009
E hoje seria perfeito
Ao se repetir no amanhã.
E todas essas horas
Sempre divididas
Sempre preenchidas
Por minutos vazios.
E meio que sozinhos
Andamos sempre acompanhados
Por um suspiro qualquer.
09/06/2009
Poemas Armados I
As vezes me pego
Pensando na fatalidade
De meus versos
Que catam o belo.
E esquecem
Do mundo sofrido
Dos povos oprimidos
E da fome por sorrisos.
Não se pode
Falar de amor
Se não amamos.
Não se pode ter esperança
Se não acreditamos.
06/05/2009
Pensando na fatalidade
De meus versos
Que catam o belo.
E esquecem
Do mundo sofrido
Dos povos oprimidos
E da fome por sorrisos.
Não se pode
Falar de amor
Se não amamos.
Não se pode ter esperança
Se não acreditamos.
06/05/2009
sábado, 28 de agosto de 2010
Lágrimas de um dia comum
Meu corpo tremia
Em soluços,
Tudo em mim desabava.
As lágrimas aos poucos
Banhavam-me por inteiro.
Em alguns minutos
Meu corpo inerte ao chão
Depois de tanta dor
O vazio me percorreu.
Então soube
Exatamente o que sentia.
Em soluços,
Tudo em mim desabava.
As lágrimas aos poucos
Banhavam-me por inteiro.
Em alguns minutos
Meu corpo inerte ao chão
Depois de tanta dor
O vazio me percorreu.
Então soube
Exatamente o que sentia.
Algumas pétalas
A pequena rosa
Ainda desconhece
A esperança em meus olhos.
E brinca entre sorrisos
Que se enchem de sonhos.
Delicadamente sensível
A cada sentimento.
Delicadamente agressivo
A cada lágrima.
Uma rosa ainda criança.
Ainda desconhece
A esperança em meus olhos.
E brinca entre sorrisos
Que se enchem de sonhos.
Delicadamente sensível
A cada sentimento.
Delicadamente agressivo
A cada lágrima.
Uma rosa ainda criança.
Meus olhos Procuram
Meus olhos procuram
Por cada detalhe
Um sorriso sem jeito
Um olhar ao longe.
A pele rosada ainda quente
Que teimava em sentir frio.
Observava meio sem jeito
Teu cabelo espalhado
Sob um céu ainda nublado.
E nem todo sorriso
Teu era meu,
Mas todo sorriso
Meu era teu.
Por cada detalhe
Um sorriso sem jeito
Um olhar ao longe.
A pele rosada ainda quente
Que teimava em sentir frio.
Observava meio sem jeito
Teu cabelo espalhado
Sob um céu ainda nublado.
E nem todo sorriso
Teu era meu,
Mas todo sorriso
Meu era teu.
sábado, 21 de agosto de 2010
O perfume da chuva
O vento frio entra pela janela,
Enquanto a chuva me perfuma,
Enquanto me envolvo entre poesias,
E me encontro carente.
E o teu perfume,
Me vem a cabeça.
Como explicar,
Que com toda a distancia,
Ainda sinto teu cheiro.
Quanto mais me aproximo de ti,
Mais carente fico,
Sedento de teus lábios,
E de teus carinhos.
E continuo,
A banhar-me na chuva,
De braços abertos ao mundo.
14/10/2008
Enquanto a chuva me perfuma,
Enquanto me envolvo entre poesias,
E me encontro carente.
E o teu perfume,
Me vem a cabeça.
Como explicar,
Que com toda a distancia,
Ainda sinto teu cheiro.
Quanto mais me aproximo de ti,
Mais carente fico,
Sedento de teus lábios,
E de teus carinhos.
E continuo,
A banhar-me na chuva,
De braços abertos ao mundo.
14/10/2008
Um mundo Alheio
Ficamos aos montes
Escondendo-nos,
Sozinhos observamos
O que nos observa.
Cada erro alheio
Uma vitória nossa,
E por fim esquecemos
Que não somos vencedores.
O mundo se constrói
Em meio à fantasia
E se dissolve
Em meio à realidade.
Escondendo-nos,
Sozinhos observamos
O que nos observa.
Cada erro alheio
Uma vitória nossa,
E por fim esquecemos
Que não somos vencedores.
O mundo se constrói
Em meio à fantasia
E se dissolve
Em meio à realidade.
Amanhã e Depois
Aquela fome que tinha
Dos teus lábios passou.
Como o perfume suave
Que me trouxe a lembrança
De nossos abraços.
Meu riso em teus olhos
Nunca foi tão belo.
O tempo trouxe-me
A saudade de ontem
E a esperança do amanhã.
Dos teus lábios passou.
Como o perfume suave
Que me trouxe a lembrança
De nossos abraços.
Meu riso em teus olhos
Nunca foi tão belo.
O tempo trouxe-me
A saudade de ontem
E a esperança do amanhã.
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