Há um ano
Nossos olhos se cruzam
E continuamos em silêncio.
E o teu olhar não me deixa,
Assim como os meus olhos
Não te deixam.
O Silêncio
Em nosso sorriso
Me perturba.
17/03/2008
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Anúnciação
Que belos olhos
Indicaram-me o luar.
A lua ali parada
Vestida de branco.
Lembrei-me
Que não tenho asas,
Furtaram-me
O sonho de voar.
Mas irei até
Onde minhas pernas
Agüentarem.
Caminhando pelo horizonte
Um dia irei tocar o céu.
P.S.: a Bianca
Indicaram-me o luar.
A lua ali parada
Vestida de branco.
Lembrei-me
Que não tenho asas,
Furtaram-me
O sonho de voar.
Mas irei até
Onde minhas pernas
Agüentarem.
Caminhando pelo horizonte
Um dia irei tocar o céu.
P.S.: a Bianca
sábado, 16 de outubro de 2010
Não há como esquece-lá
Apaixonei-me
Uma dezena de vezes
Por uma menina
Uma quase atriz.
Um dia doce
Um dia amarga
E me fez sorrir
E depois chorar.
E me fez sonhar
A viajar quilômetros
Para vê-la sorrir.
E a poesia em seus olhos
Transforma-me em um menino.
17/05/2009
(Para Bianca)
Uma dezena de vezes
Por uma menina
Uma quase atriz.
Um dia doce
Um dia amarga
E me fez sorrir
E depois chorar.
E me fez sonhar
A viajar quilômetros
Para vê-la sorrir.
E a poesia em seus olhos
Transforma-me em um menino.
17/05/2009
(Para Bianca)
Depois de Tudo
Desejo apenas
Que a tua pele
Delicadamente acaricie
Minha mãos.
E que o teu perfume
Me deixe sonhar
Com um sorriso
Que não seja o teu.
E que teus olhos sumam
Enquanto minhas lágrimas
Ainda quentes tocam meu rosto.
E que teus lábios
Se guardem para os meus.
Assim como os meus
Por ti esperam.
16/05/2009
(Para Bianca)
Que a tua pele
Delicadamente acaricie
Minha mãos.
E que o teu perfume
Me deixe sonhar
Com um sorriso
Que não seja o teu.
E que teus olhos sumam
Enquanto minhas lágrimas
Ainda quentes tocam meu rosto.
E que teus lábios
Se guardem para os meus.
Assim como os meus
Por ti esperam.
16/05/2009
(Para Bianca)
Fuga
Não posso machucar
Quem tanto gosto
Com minha ausência.
Mas não posso
Dedicar-me por inteiro.
Não posso mentir
Nem resistir
Aos teus carinhos.
Minhas certezas
Tornaram-se dúvidas.
E o menino sedutor
Viu-se seduzido.
15/05/2009
(Para Bianca)
Quem tanto gosto
Com minha ausência.
Mas não posso
Dedicar-me por inteiro.
Não posso mentir
Nem resistir
Aos teus carinhos.
Minhas certezas
Tornaram-se dúvidas.
E o menino sedutor
Viu-se seduzido.
15/05/2009
(Para Bianca)
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ao Chão
Fiz-me em lágrimas
E logo fui ao chão.
Os valores que tenho
Se perdem no agora.
Sem saber exatamente
O porque de minha dor
Via em tudo um motivo.
E tudo engasgado
Em minha garganta
Se dissolveu em um grito.
O vento frio
Atravessou meu corpo
E deu-se fim
A toda aquela angustia.
E logo fui ao chão.
Os valores que tenho
Se perdem no agora.
Sem saber exatamente
O porque de minha dor
Via em tudo um motivo.
E tudo engasgado
Em minha garganta
Se dissolveu em um grito.
O vento frio
Atravessou meu corpo
E deu-se fim
A toda aquela angustia.
Mocinha do Sertão
A mocinha morena
Saía de saia
Pra dançar no luar.
Mas nem todo tocador
Cantava todo o amor
Que ela merecia.
O vento espalha
O perfume suado
De flores do sertão.
E o céu chora sereno
Quando ela se vai
No amanhecer.
Para Bianca,
mocinha do Sertão da Paraíba.
12/05/2009
Saía de saia
Pra dançar no luar.
Mas nem todo tocador
Cantava todo o amor
Que ela merecia.
O vento espalha
O perfume suado
De flores do sertão.
E o céu chora sereno
Quando ela se vai
No amanhecer.
Para Bianca,
mocinha do Sertão da Paraíba.
12/05/2009
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Temporal
Queria pensar apenas no ontem,
E hoje seria perfeito
Ao se repetir no amanhã.
E todas essas horas
Sempre divididas
Sempre preenchidas
Por minutos vazios.
E meio que sozinhos
Andamos sempre acompanhados
Por um suspiro qualquer.
09/06/2009
E hoje seria perfeito
Ao se repetir no amanhã.
E todas essas horas
Sempre divididas
Sempre preenchidas
Por minutos vazios.
E meio que sozinhos
Andamos sempre acompanhados
Por um suspiro qualquer.
09/06/2009
Poemas Armados I
As vezes me pego
Pensando na fatalidade
De meus versos
Que catam o belo.
E esquecem
Do mundo sofrido
Dos povos oprimidos
E da fome por sorrisos.
Não se pode
Falar de amor
Se não amamos.
Não se pode ter esperança
Se não acreditamos.
06/05/2009
Pensando na fatalidade
De meus versos
Que catam o belo.
E esquecem
Do mundo sofrido
Dos povos oprimidos
E da fome por sorrisos.
Não se pode
Falar de amor
Se não amamos.
Não se pode ter esperança
Se não acreditamos.
06/05/2009
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