A noite veio
Com a esperança
De tê-la só para mim.
As nuvens brincam
Tentando cessar o meu sorriso.
E meus olhos brilhantes
Como as estrelas
Por ti procuram.
Phelipe Bezerra Braga
segunda-feira, 13 de julho de 2009
O QUE A CHUVA TROUXE DE VOLTA
Ela levou parte de mim
Quando sorriu.
E só ela pode me completar
Agora com um sorriso.
E na sua falta
Em meio às lágrimas
Veio-me a dor
De ser infinitamente incompleto.
Mas ai a chuva veio
Trouxe o sorriso
E o vento
Trouxe aquele perfume
Que tanto desejava.
Phelipe Bezerra Braga
Quando sorriu.
E só ela pode me completar
Agora com um sorriso.
E na sua falta
Em meio às lágrimas
Veio-me a dor
De ser infinitamente incompleto.
Mas ai a chuva veio
Trouxe o sorriso
E o vento
Trouxe aquele perfume
Que tanto desejava.
Phelipe Bezerra Braga
O AMANHECER DE UMA NOITE
Não quero dormi
Não quero que
Esse sonho acabe.
Não quero dormir
E acordar
Com tua ausência.
Não posso dormir
Sem ver teu sorriso.
A noite não é a mesma
Sem teu corpo
Perfumadamente quente.
Phelipe Bezerra bRAGA
Não quero que
Esse sonho acabe.
Não quero dormir
E acordar
Com tua ausência.
Não posso dormir
Sem ver teu sorriso.
A noite não é a mesma
Sem teu corpo
Perfumadamente quente.
Phelipe Bezerra bRAGA
ENTRE BANANEIRAS E ARTE
ENTRE BANANEIRAS E ARTE
A lua cheia
Continua estática
Em meus olhos.
Congelando meu sorriso
Que se derrete
Com tua ausência.
Enquanto ti procuro
E acho-me poeta.
Enquanto minhas
Palavras se perdem
Na penumbra da noite.
Phelipe Bezerra Braga
A lua cheia
Continua estática
Em meus olhos.
Congelando meu sorriso
Que se derrete
Com tua ausência.
Enquanto ti procuro
E acho-me poeta.
Enquanto minhas
Palavras se perdem
Na penumbra da noite.
Phelipe Bezerra Braga
sexta-feira, 26 de junho de 2009
QUANDO A CONHECI
Não posso parar de pensar
Por que a tua leveza
Deixou-me estático.
Não posso parar de pensar
Nos teus olhos
Que hipnotizaram os meus.
Não posso parar de pensar
O porquê não corri
Mas sim me deixe levar
Pelo teu perfume que
Encanta-me.
Não consigo parar
De pensar em você agora.
Phelipe Bezerra Braga
Por que a tua leveza
Deixou-me estático.
Não posso parar de pensar
Nos teus olhos
Que hipnotizaram os meus.
Não posso parar de pensar
O porquê não corri
Mas sim me deixe levar
Pelo teu perfume que
Encanta-me.
Não consigo parar
De pensar em você agora.
Phelipe Bezerra Braga
LUA MINGUANTE
Estou a sorrir
Feito uma lua minguante.
Minha felicidade
Não me cabe.
Sinto o vento
Como se você estivesse
O tempo todo ao meu lado.
E o meu corpo
Pronto para voar
Até teus braços.
Phelipe Bezerra Braga
Feito uma lua minguante.
Minha felicidade
Não me cabe.
Sinto o vento
Como se você estivesse
O tempo todo ao meu lado.
E o meu corpo
Pronto para voar
Até teus braços.
Phelipe Bezerra Braga
LÁBIOS, SORRISOS E POESIA
Meus lábios
Procuram os teus
Que fogem.
Mas eles não são
Tão essenciais
Como teu sorriso.
Podem até eternizar
Alguns segundos
De nossas vidas.
Mas não fará
Com que meus olhos brilhem
Como quando vêem
Teus lábios a sorrir.
Não consigo parar
De pensar na poesia
Que virá
Quando eles se tocarem.
Phelipe Bezerra Braga
Procuram os teus
Que fogem.
Mas eles não são
Tão essenciais
Como teu sorriso.
Podem até eternizar
Alguns segundos
De nossas vidas.
Mas não fará
Com que meus olhos brilhem
Como quando vêem
Teus lábios a sorrir.
Não consigo parar
De pensar na poesia
Que virá
Quando eles se tocarem.
Phelipe Bezerra Braga
Espera
Meu sorriso cresce
Ao ouvi-la falar.
Meus olhos crescem
A ti procurar.
A lua cresce
A ti esperar.
13/10/2008
Phelipe Bezerra Braga
Ao ouvi-la falar.
Meus olhos crescem
A ti procurar.
A lua cresce
A ti esperar.
13/10/2008
Phelipe Bezerra Braga
sábado, 13 de junho de 2009
Uma voz
Ela voltou
Ela voltou.
Aquela voz suave
Percorreu meu corpo
Preencheu meu vazio.
Aquele sorriso guardado
Apareceu naturalmente
Esperançoso.
Volto a sonhar
Com o mar,
Que encontra
O sertão.
Volto a amar.
Phelipe Bezerra Braga
Ela voltou.
Aquela voz suave
Percorreu meu corpo
Preencheu meu vazio.
Aquele sorriso guardado
Apareceu naturalmente
Esperançoso.
Volto a sonhar
Com o mar,
Que encontra
O sertão.
Volto a amar.
Phelipe Bezerra Braga
Grama verde
Dificilmente
Conseguiria definir
O verde da grama
Em um dia ensolarado.
E quando ela
Ainda molhada
Teima em chamar
A minha atenção.
Aquele verde
Tão normalmente verde
Perturba-me.
E agora vivo
Com a dúvida
De saber quem
Realmente vive.
Phelipe Bezerra Braga
Conseguiria definir
O verde da grama
Em um dia ensolarado.
E quando ela
Ainda molhada
Teima em chamar
A minha atenção.
Aquele verde
Tão normalmente verde
Perturba-me.
E agora vivo
Com a dúvida
De saber quem
Realmente vive.
Phelipe Bezerra Braga
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